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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

BASE ALIADA DEFENDE QUE MERCADANTE ASSUMA ARTICULAÇÃO COM CONGRESSO.


Parlamentares reclamam da atuação de Ideli Salvatti na articulação política.
Para deputados governistas, futuro chefe da Casa Civil tem "experiência".


Líderes da base aliada na Câmara dos Deputados ouvidos pelo G1 defenderam que Aloizio Mercadante, indicado pelo Palácio do Planalto para comandar a Casa Civil, assuma o papel de articulação política com o Congresso, o que esvaziaria as funções da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti. A ida de Mercadante do Ministério da Educação para a chefia da Casa Civil foi anunciada nesta quinta pela Presidência da República.
Diretamente ligada à presidente Dilma Rousseff, a Casa Civil é considerada pelos congressistas a mais estratégica das 39 pastas do primeiro escalão. No ano passado, a atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman, assumiu algumas negociações com o Congresso, como na votação da MP dos Portos, medida que regulamentou a exploração do setor portuário brasileiro.
Mercadante assumiu papel de destaque no momento em que a presidente Dilma iniciou a estratégia de resposta às manifestações populares que tomaram as ruas do país em junho do ano passado. Na ocasião, foi atribuída a ele a ideia apresentada por Dilma de convocar uma Assembleia-Geral Constituinte para promover a reforma política.
A sugestão foi rejeitada pelo Congresso e criticada por membros do Judiciário. Depois desse episódio, o então ministro da Educação passou a participar das reuniões entre Dilma e líderes da base aliada na Câmara e no Senado, papel que, tipicamente, seria da Secretaria de Relações Institucionais. Em alguns desses encontros, Mercadante atuou como uma espécie de porta-voz do Planalto, relatando à imprensa detalhes sobre as negociações e ressaltando a posição do governo sobre os assuntos.
Mercadante também liderou, em agosto de 2013, as negociações para a análise do projeto que destinava recursos dos royalties do petróleo para a educação. O governo acabou parcialmente derrotado na votação, já que defendia que 100% das verbas fossem para a educação, mas o Congresso resolveu destinar 75% para o setor e os outros 25% para a área da saúde.

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Fonte: Nathália Passarinho e Felipe Néri/G1

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