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domingo, 3 de maio de 2026

"LULISMO", IRRIGADO PELO "JANJISMO", RUINDO...

Não se sabia quando, mas pelo andar da carruagem, o modelo administrativo que se ver nesta terceira gestão do presidente Lula, tem meses para se encerrar.

E a primeira das maiores quedas ocorreu com a histórica derrota do lulismo, com a não indicação do "ainda" advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) na última quarta-feira (29).

Fazem 132 anos que a indicação de um presidente da República não era aprovada pelo Senado.

Antes, somente em cinco oportunidades o fato havia ocorrido. E todas no ano de 1894 durante o governo Floriano Peixoto.

Esta rejeição deixou claro a dificuldade em convencer parlamentares que ainda pode ser costurado, com os rombos em todos os sentidos, que o 3º governo Lula provocou.

Como diz o ditado, "depois de queda, coice", Lula ainda viu uma nova derrocada, já no dia 30 de abril de 2026, quando foi derrubado seu veto, no tocante a diminuição das penas dos condenados em 8 de janeiro.

Na verdade, foi o segundo "nocaute" que a administração petista levou e que observa-se não tem como manter-se em pé.

A própria justiça passa por instantes de elevadíssimas e gravíssimas denúncias de envolimento direto e indireto de três dos seus integrantes da corte maior, E, diante do caos que oficialmente instalou-se no governo lula e no judiciário em âmbito nacional, não tenham dúvidas que alguns direitos e/ou pedidos da defesa dos envolvidos no caso de 8 de janeiro de 2023.

A falta de autoridade de Lula, quando observamos claramente a intromissão da sua esposa,a até bem pouco tempo, desconhecida Janja, em assunto que à priori não teria que se infiltrar tão profundamente, foi e início e é a principal causa do caótico cenário que hoje vemos. 

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