De acordo com a denúncia, ex-funcionários afirmaram que o vereador exigia a devolução de cerca de 70% dos salários acordados no momento da contratação. Também há relatos de que Fernandes pedia para que eles realizassem empréstimos e até locação de chácara em seus próprios nomes.
Em sessão realizada nessa quarta-feira (25/2), a abertura da investigação foi aprovada por unanimidade pelos 20 vereadores votantes. Ficaram de fora o próprio Lincoln Fernandes, alvo da denúncia, e o presidente da Câmara, Isaac Antunes (PL), que só votaria em caso de desempate.
Procurada, a defesa de Fernandes afirma que “manifesta seu mais profundo inconformismo e repúdio diante da abertura de processo de cassação”. De acordo com a nota, assinada pelos advogados Heráclito Mossin e Júlio Mossin, uma denúncia de “rachadinha” contra o vereador foi investigada no passado, “cujo inquérito foi arquivado”.
Fonte: Metrópoles
Foto: Divulgação/Câmara de Ribeirão Preto
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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.