“É um imperativo econômico. A sorte do País vai depender de duas variáveis: o aumento do número de pessoas vacinadas e a queda do número das contaminadas (…).
Nem tudo, entretanto, se vai decidir no front sanitário. O governo Bolsonaro, além de negar a pandemia, concentra-se na sua própria defesa, jogando todas as fichas no controle da Câmara dos Deputados (…).
Este ano que passou foi terrível. Mas o que virá será muito difícil ainda.”
Fonte: O Antagonista


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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.