A desembargadora Rosa Helena Guita, do TJ-RJ, escreveu em sua decisão que resultou na prisão e afastamento de Crivella, na terça (22), que“[a] subserviência do prefeito a Rafael Alves é assustadora”.
“Não quero cargo nem status. Quero retorno do que será investido”, disse Alves ao então marqueteiro de Crivella, durante as eleições de 2016.
O então prefeito marcava encontros com Alves de madrugada em seu próprio gabinete. “Quer passar aqui, agora?”, escreveu Crivella, quando já passava de 1 hora da manhã, em maio de 2017. “O senhor não está cansado?”, perguntou o empresário. “Estou, mas se quiser, te recebo, meu amigo”.
Fonte: Redação/O Antagonista


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