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RN POLITICA EM DIA 2012 ENTREVISTA:

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

TJRN MELHORA DESEMPENHO E É TERCEIRO ENTRE TRIBUNAIS DE PEQUENO PORTE.

O Tribunal de Justiça do RN obteve o terceiro melhor desempenho em relação à produtividade e à eficiência dentre os 12 Tribunais de Justiça do país considerados de pequeno porte, atrás apenas dos TJs de Sergipe e Roraima. O TJRN alcançou o percentual de 88% no Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-Jus), principal indicador criado pelo Conselho Nacional de Justiça dentro do relatório Justiça em Números 2018, divulgado hoje (27) pelo CNJ e que traz as informações relativas ao Poder Judiciário em 2017, reunindo dados de 90 tribunais brasileiros.
O índice de 88% no IPC-Jus representa um crescimento de 42% em relação ao resultado obtido pelo TJRN no ano passado (ano base 2016), quando o seu IPC-Jus foi de 62%. No ano passado, o TJRN figurou na 10ª posição dentre os 12 TJs de pequeno porte. Contudo, conseguiu melhorar seus índices e subiu sete posições na atual edição do Justiça em Números. A melhora de desempenho reflete as ações empreendidas pela atual administração do Judiciário potiguar em busca do aumento da produtividade e melhoria da prestação de serviço aos cidadãos.
“Este é o nosso compromisso desde o início da gestão e o resultado é fruto do esforço de magistrados e servidores, com o apoio da administração, para que possamos produzir cada vez mais e melhor”, afirma o presidente do TJRN, desembargador Expedito Ferreira. Os investimentos do Tribunal envolvem desde novos sistemas de gerenciamento de informação até computadores mais modernos, além de recuperação de instalações de trabalho. “A população merece um serviço mais eficiente e julgamentos mais céleres, não descansamos um só minuto nesta busca”, ressalta o dirigente do Judiciário estadual.
O IPC-Jus é calculado a partir de parâmetros de produtividade, considerando o fluxo de entrada – número de processos que ingressaram, recursos humanos e financeiros disponíveis, servidores e despesas –, e o fluxo de saída, ou seja, os processos baixados (arquivados em definitivo). Considerando o resultado por instância, o 1º Grau do TJRN apresentou índice de 83% no IPC-Jus (havia sido de 60% no ano anterior), ficando com a quarta colocação entre os 12 tribunais de pequeno porte. Já o 2º Grau obteve índice de 59%.
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Fonte: Juri News

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