Valor gasto é bem mais caro que o aluguel do mais caro dos jatinhos.
A Prefeitura de Belo Horizonte gastou R$63,1 mil com a viagem de do seu procurador-geral a Brasília, em 3 de maio. O objetivo da viagem era uma reunião do procurador Tomáz de Aquino Resende com o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso.
De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura de BH, a reunião “foi marcada de última hora”, para justificar o fretamento do jatinho, apesar da grande quantidade de voos comerciais que ligam as duas cidades.
Em um site de simulação de fretamento de aeronaves, o preço aproximado varia entre R$ 16,7 mil e R$ 53,9 mil, ida e volta para o mesmo dia. Pelo menor preço, de R$ 16,7 mil, um turboélice é recomendado para voos com trechos de até 2 mil km sem escalas, com um limite de seis passageiros. A viagem entre Belo Horizonte e Brasília dura 1h41 minutos e percorre cerca de 600 km por via aérea.
Se os horários fossem compatíveis, as passagens aéreas de ida e volta em um voo comercial — comprado de última hora — custaria entre R$ 2,6 mil e R$ 2,9 mil na Latam. Já na GOL Linhas Aéreas, essas passagens custariam cerca de R$ 2,5 mil.
“O procurador foi à capital federal tratar das verbas não repassadas pelo Governo Estadual para a Prefeitura de Belo Horizonte. Três dias após a viagem o Município recebeu R$180 milhões desses recursos que estavam atrasados”, afirmou a assessoria em nota.
Perguntada sobre o nome da empresa de taxi aéreo contratada pela prefeitura, a assessoria afirmou que, por enquanto, não serão dadas outras informações sobre o assunto.
Fonte: Diário do Poder

Nenhum comentário:
Postar um comentário
COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.