É apenas o começo os trechos da delação da ex-Procuradora-Geral da Assembleia Legislativa do RN, Rita das Mercês, envolvida na Operação Dama de Espadas, que foram divulgados no último sábado (09) por esta Tribuna do Norte.
De 1031 páginas, foram divulgadas apenas 113.
Ainda vem por aí outras 918 páginas.
DAMA DE ESPADAS: É PRECISO SEPARAR O JOIO DO TRIGO.
Na delação feita pela ex-Procuradora-Geral da Assembleia Legislativa, Rita das Mercês, é preciso uma análise criteriosa de separação:
Não se pode afirmar que a indicação de cargos na Assembleia é crime.
Será considerado crime a nomeação feita com intuito de fazer caixa para alguém, como pesa a acusação da delatora contra o governador Robinson Faria.

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COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.