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RN POLITICA EM DIA 2012 ENTREVISTA:

domingo, 4 de fevereiro de 2018

MICHEL TEMER SE REÚNE COM RELATOR DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA EM BRASÍLIA.

Por ser uma PEC, a reforma só será aprovada na Câmara dos Deputados se, no mínimo, 308 votarem a favor da proposta em dois turnos de votação.

Um dia antes do Congresso Nacional dar início aos trabalhos de 2018, após o recesso de início de ano, o presidente Michel Temer se reuniu, neste domingo (4), com o relator da proposta da reforma da Previdência, o deputado Arthur Maia (PPS-BA), em Brasília.
O encontro aconteceu na tarde de hoje no Palácio do Jaburu. Além do relator da reforma da Previdência , participaram da reunião o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.
O recesso parlamentar vai terminar nesta segunda-feira (5), dia em que o Congresso Nacional voltará a trabalhar e retomará assuntos que ficaram indefinidos até o fim do ano passado. A reforma é uma dessas pautas.
De acordo com as primeiras informações, o encontro serviu para que Temer, Meirelles, Franco e Maia discutissem como a proposta será encaminhada na Câmara dos Deputados nesta semana.
Segundo o planejamento do governo, a apreciação em plenário da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) deve começar no dia 19 de fevereiro, logo após o carnaval. Porém, há uma expectativa de que seja apresentada uma emenda aglutinativa com mudanças no texto que foi aprovado na comissão especial.
A intenção é que o texto sofra mínimas modificações necessárias para que ele seja aprovado. São previstas ainda novas articulações o governo para aprovar a pauta, com novos encontros e reuniões de Temer e os demais articuladores com deputados que votarão a proposta.
Por se tratar de uma PEC, a reforma só será aprovada na Câmara se, no mínimo, 308 deputados votarem a favor da proposta em dois turnos de votação. Depois, a pauta segue para a análise do Senado.
Chance da votação ser adiada
Pelo que foi divulgado em uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo , o governo trabalha com duas possibilidades: votar a proposta sem previsão de vitória ou adiá-la para novembro.
Na sexta-feira (2), o presidente Michel Temer disse que seu governo resistirá caso a reforma previdênciária não seja aprovada, mas os seguintes, não. Para o emedebista, o crescente rombo do sistema trará maiores problemas para o País nos próximos anos.
"Tenho mais 11 meses de governo. Eu aguento a Previdência. Houve um deficit de R$ 268 bilhões nesse ano que se passou. A tendência é aumentar essa dívida previdenciária esse ano, mas o meu governo aguente. O que não vai aguentar são os próximos anos", disse Temer durante entrevista à Radio Jornal , de Pernambuco.
Ao jornal O Estado de S. Paulo , o presidente afirmou que "já fez a sua parte" pela reforma da Previdência e que agora é preciso convencer o povo".

Fonte: Último Segundo - iG

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