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RN POLITICA EM DIA 2012 ENTREVISTA:

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

ALEXANDRIA: 83 ANOS.

O destino me pregou uma peça. Trazer-me para Alexandria e aqui fincar raízes. Ter minha família: esposa e filhos comigo, respirando os ares da Serra da Barriguda. Hoje, com as dificuldades que o tempo arruma, muitas vezes para nos testar; outras oportunidades para nos fazer crescer e mostrar-nos que fomos fortes e conseguimos o que desejamos, se com brio lutar.
Sinto-me alexandriense por adoção. Mesmo que não tenha o rótulo principal. Potiguar por paixão.
É imperioso expressar o que me faz amar esta cidade. Mesmo sendo anti-social. Não ter tantos amigos com relacionamentos muito próximo.
Aqui, conheci Edilberto Oliveira. Homem que para mim, tinha a essência da verdade. Sim, sim... não, não. Sem meio termos.
Conheci Dona Joana de João Faria; Zé Dias; Didi; Dedeca; Cumaru; Mazinho de Louro; Zé da AABB; Chico de Vicente; Joãozinho Costa; Aldeci Pereira; Ceicinha; Amauri da Pamonha; Cassinha; Damião do Posto; Charles e outros. E sou muito grato a cada um, por tantos favores e parcerias.

Alexandria, tem uma cidade-irmã. O farol da outra, egípcia, foi uma das sete maravilhas. Tinha a maior biblioteca do mundo antigo. Já a "nossa" Alexandria, tem a Barriguda, a número 1 do RN.

Como a do Egito, tivemos outro nome: João Pessoa. Sua semelhante do mundo antigo, Rhakotis, no Período Ptolomaico.

Mas, em 24 de outubro de 1936, ganhamos o nome atual e que levamos aos quatro cantos: Alexandria, em homenagem a Alexandrina Barreto Ferreira Chaves.

Hoje, ao completar 83 anos, vejo Alexandria como um 2º berço. Assim como sinto o Rio Grande do Norte, como minha segunda pele em termos estaduais..
Pernambucano da gema; Norte-Riograndense de coração.

Parabéns, Alexandria.

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