A morte do bebê Dante, de apenas 9 meses, ganhou novos desdobramentos após a Polícia Civil reunir elementos que reforçam a hipótese de envenenamento. A principal investigada é a mãe da criança, Giovanna Chiquinelli Marcatto, de 26 anos.
De acordo com as investigações, no dia 25 de junho de 2026, Giovanna foi registrada por câmeras de segurança comprando um raticida em um pet shop. Na manhã seguinte, ela levou o filho ao hospital alegando que o bebê havia passado mal de forma repentina. Apesar dos esforços da equipe médica, Dante não resistiu.
O exame necroscópico apontou a presença de raticida no organismo da criança. Segundo o laudo pericial, a quantidade da substância encontrada seria incompatível com uma ingestão acidental, fortalecendo a linha de investigação de que o veneno possa ter sido administrado de forma intencional.
Em depoimento, a investigada informou que alimentou o filho com banana amassada pouco antes de ele apresentar os primeiros sintomas. A partir dessa informação, a Polícia Civil passou a apurar se a substância tóxica teria sido misturada ao alimento.
As imagens da compra do raticida são consideradas uma das principais provas reunidas até o momento. Os investigadores também apuram a informação de que o crime possa ter sido motivado por questões relacionadas ao pai da criança, hipótese que ainda está sob investigação.
O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que continua reunindo provas para esclarecer as circunstâncias da morte do bebê. Até o momento, a investigação está em andamento, e a suspeita tem direito ao contraditório e à ampla defesa, conforme prevê a legislação.
Fonte: Jornal a Voz do Povo
Foto: Reprodução/Redes sociais
Nenhum comentário:
Postar um comentário
COMENTÁRIO SUJEITO A APROVAÇÃO DO MEDIADOR.