Ex-deputada deve ficar na Colmeia. Cadeia abriga Rosana Cândido e Kacyla Pessoa, condenadas pelo assassinato brutal de Rhuan Castro, em 2019
Relembre o caso
Em 31 de maio de 2019, o Rosana Auri da Silva Candido e Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa mataram o filho de Rosana, Rhuan Maycon da Silva Castro, 9 anos, a facadas, na casa onde o casal morava, na QR 619 de Samambaia (DF).
Elas esperaram Rhuan dormir para matá-lo. Kacyla segurou o menino enquanto a mãe dele, Rosana, deu as facadas e cortou a cabeça dele ainda com vida.
Depois de tirar a vida da criança, Rosana e Kacyla perfuraram os olhos de Rhuan, o esquartejaram, dissecaram a pele do garoto e tentaram assar parte dos pedaços do corpo em uma churrasqueira; a outra parte foi guardada em mochilas e deixada em bocas de lobo em uma rua da QR 425 de Samambaia.
Enquanto dispensava os pedaços do próprio filho, um rapaz que jogava bola na rua viu a cabeça de Rhuan com uma faca cravejada rolar para fora da mala onde Rosana guardou as partes do cadáver. Em estado de choque, ele acionou a Polícia Militar do DF (PMDF).
A PMDF prendeu o casal em flagrante horas depois do crime, 1º de junho de 2019. Elas confessaram a barbárie.
O caso chocou o país. O corpo do menino foi enterrado em Rio Branco, no Acre, em 5 de junho de 2019, sob clima de comoção e pedidos de justiça.
Em novembro de 2020, Rosana e Kacyla foram condenadas homicídio qualificado, lesão corporal gravíssima, tortura, ocultação e destruição de cadáver e fraude processual. Foram determinadas penas de 65 e 64 anos de prisão, respectivamente.
Elas seguem cumprindo pena na Colmeia, presídio que deve receber Carla Zambelli nas próximas semanas.
Fonte: Willian Matos/Mterópoles
Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados
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