Senador Eduardo Girão (Novo), relator CPMI, disse que há provas contundentes contra filho do presidente Lula
O Supremo Tribunal Federal (STF) negou na noite de quinta-feira (26) a prorrogação da CPMI por 8 votos contra 2.
“Eu espero que hoje não façam a blindagem porque tem um material contundente pedindo a prisão preventiva do próprio filho do presidente, do Lulinha, de parlamentares que tiveram assessores diretos que estão presos. Foram 14 prisões”, disse Girão em entrevista à TV BandNews.
O senador do Novo citou a viagem de Lulinha à Portugal, que teria sido paga pelo empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, como um dos fortes indícios para o pedido de prisão no relatório.
“É muita coisa estranha, por exemplo, o Lulinha, filho do presidente Lula, segundo dados da própria Polícia Federal, estaria recebendo R$ 300 mil por mês, do careca do INSS, E um detalhe, viajou, e os advogados dele reconheceram que viajou em classe executiva, que é aquela mais cara, para Portugal, tudo pago pelo careca do INSS, que é uma peça central nesse esquema tenebroso de roubo de aposentados do INSS”, destacou.
Eduardo Girão também mencionou a viagem de férias de Lulinha à Finlândia com diárias de hotéis no valor de R$ 40 mil, que também teriam sido pagos pelo Careca do INSS, e que o senador Davi Alcolumbre (União Brasil) decretou sigilo de 100 anos sobre as visitas do empresário ao Senado.
Fonte: Band.com
Foto: Web
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