Para Melina Risso, o STF precisa ter mais atenção com o tema: 'Há grupos extremistas no Brasil se armando'
Em quatro decretos liberados na noite da sexta-feira 11, o presidente mudou regras que, entre outras coisas, reduziram o controle do Exército sobre autorizações para armamentos e equipamentos pesados – como máquinas para recarga de munições e projéteis -, ampliaram o limite de armas para “defesa pessoal” e fizeram com que o porte seja válido em todo o território nacional.
Apesar de os decretos passarem a valer daqui a 60 dias e serem uma prerrogativa do cargo, especialistas apontam que o presidente busca “usurpar” a função legislativa de debater e votar o limite do armamento no País. Uma dessas vozes é a de Melina Risso, diretora de projetos do Instituto Igarapé, que aponta um projeto de poder e revolta já anunciado por Bolsonaro como um dos riscos das novas mudanças.
“Além da segurança pública, o descontrole de armas também é um risco à democracia. Quando a gente olha a declaração de Bolsonaro na reunião ministerial de abril de 2019, o objetivo do presidente é externado com todas as letras: [o armamento] é para as pessoas poderem se revoltar e fazer um levante contra as regras do Estado democrático de direito. É disso que a gente está falando.”
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Fonte: Giovanna Galvani/Carta Capital
Foto: Carolina Antunes/PR


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