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RIO GRANDE DO NORTE

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

ESTUDO ENTREGUE PELA FECOMÉRCIO MOSTRA COMO EVENTO SE TRANSFORMOU NUM "ARRAIAL", MAS PODE CRESCER.

Apesar de forte potencial, Cidade Junina virou “festa caseira”.

O Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2017 foi uma festa superdimensionada pela propaganda oficial. Na prática, o evento em sua 21ª edição deu mostras de encolhimento, segundo pesquisa quanto ao perfil do seu público. Mas ao mesmo tempo, é um produto “feito”, que sendo bem trabalhado poderá voltar a ter dimensão maior – com resultados superlativos à economia e imagem de Mossoró.
O Cidade Junina 2017 não passou de um “arraial”, longe de impulsionar o turismo e de fomentar o meio circulante com turistas de outras regiões do país ou até do exterior. O dinheiro “novo”, de fora para dentro, foi parcela mínima do movimento gerado pela festa.
Essas impressões são facilmente identificadas no trabalho científico levantado entre os dias 22 e 25 de junho, realizado pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), órgão auxiliar da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN).
À tarde de hoje, o presidente da Fecomércio/RN, Marcelo Queiroz, acompanhado de comitiva empresarial de Mossoró, entregou à prefeita Rosalba Ciarlini (PP) no Palácio da Resistência (sede da municipalidade), a íntegra da pesquisa realizada pelo IPDC.
Uma festa caseira
A maior parte (74%) dos entrevistados que esteve no Mossoró Cidade Junina era da própria cidade. Daí o conceito de “festa caseira”. Pessoas que saíram dos bairros, de suas residências, para a área do evento. Entretanto a pesquisa diagnosticou a presença de 26% de turistas e visitantes no município durante o evento, sendo estes com vários propósitos, entre eles: visitar, conhecer a cidade e participar dos festejos.
VEJA A MATÉRIA COMPLETA AQUI

Fonte: Carlos Santos

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